De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício
de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em
árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (25 de junho)
tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista,
o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é
o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia
a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a
fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras
no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas
primas Maria e Isabel.
Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter
seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um
monte.
UM ESPAÇO DE ENCONTROS, DE TROCAS, DE REFLEXÕES, DE SONHOS.... ONDE A PALAVRA É A SENHORA DOS DIAS E DAS NOITES. ENTREM E FIQUEM À VONTADE.
Seguidores
sábado, 23 de junho de 2012
ORIGEM DAS FOGUEIRAS
Boa noite meu povo e um feliz São João! e por falar nisso, vamos conhecer a origem das fogueiras :
segunda-feira, 18 de junho de 2012
BETHÂNIA E A POESIA
Bom dia meu povo! olha que entrevista fantástica encontrei, vocês vão se deliciar com a forma que Bethânia fala da poesia. Boa leitura!
Ainda hoje, a cantora Maria Bethânia cumpre o intrigante ritual de queimar tudo o que escreve. Esse ato, diz, é ao mesmo tempo, libertário e purificador. “Não sou de mostrar o que escrevo para os outros. Escrevo para mim mesma”, justifica. Ano passado, Bethânia abriu uma honrosa exceção para Carta de Amor. Em vez de queimar o texto, como já fez com tantos outros, resolveu publicá-lo em seu novo CD. E mais: foi no poema que buscou inspiração para batizar o 50º álbum de sua carreira, Oásis de Bethânia, lançado pela gravadora Biscoito Fino. “Desta vez, senti necessidade de dizer aquelas palavras”, afirma. Há quem garanta que o poema Carta de amor seja uma resposta tardia a todos que, no ano passado, criticaram duramente Bethânia por causa do blog O mundo precisa de poesia. Na ocasião, os idealizadores do projeto, o antropólogo Hermano Vianna e o cineasta Andrucha Waddington, receberam autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão. “Infelizmente, houve um desagravo tão pesado e soturno que Hermano cancelou o projeto”, lamenta.
Ainda hoje, a cantora Maria Bethânia cumpre o intrigante ritual de queimar tudo o que escreve. Esse ato, diz, é ao mesmo tempo, libertário e purificador. “Não sou de mostrar o que escrevo para os outros. Escrevo para mim mesma”, justifica. Ano passado, Bethânia abriu uma honrosa exceção para Carta de Amor. Em vez de queimar o texto, como já fez com tantos outros, resolveu publicá-lo em seu novo CD. E mais: foi no poema que buscou inspiração para batizar o 50º álbum de sua carreira, Oásis de Bethânia, lançado pela gravadora Biscoito Fino. “Desta vez, senti necessidade de dizer aquelas palavras”, afirma. Há quem garanta que o poema Carta de amor seja uma resposta tardia a todos que, no ano passado, criticaram duramente Bethânia por causa do blog O mundo precisa de poesia. Na ocasião, os idealizadores do projeto, o antropólogo Hermano Vianna e o cineasta Andrucha Waddington, receberam autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão. “Infelizmente, houve um desagravo tão pesado e soturno que Hermano cancelou o projeto”, lamenta.
terça-feira, 12 de junho de 2012
APENAS ISSO..............
APENAS ISSO, SÓ ISSO..............................
Boa tarde meu povo! não, não vou falar de Dia dos Namorados, já tem tanta gente falando disso não é mesmo? vou rapidamente partilhar com vocês mais uma vivência, (adoro esse momento!). Tem um rapaz no setor em que trabalho que é portador de deficiência visual, e quase não se pede nada para ele fazer a não ser atender telefone, vez por outra quando alguém "normal" pede ao outro "normal" para fazer, ele caladinho executa a tarefa rapidamente e diz: já fiz! já encontrei!.... fico observando e penso que ele está nos dizendo o tempo todo: ei minha gente! eu tenho apenas a limitação da visão, mas no mais sou tão normal quanto vocês. Grandes lições!
sábado, 9 de junho de 2012
BACAMARTEIROS
Bom dia meu povo! estou em débito com vocês. Um pouco de informação sobre os Bacamarteiros, essas figuras que abrilhantam as comemorações Juninas do Nordeste.
Tradição e esporte sertanejo, do ciclo
Folclórico da Guerra do Paraguai, consiste na reunião de atiradores de
bacamarte, sob direção geral de um comandante, divididos em batalhões ou
troças subordinados a sargentos que, durante os festejos juninos e
natalinos, deflagram grandes cargas de pólvora seca em homenagem aos
santos padroeiros, acompanhados por bandas de pífano ou zabumbas, com
ritual místico de grande efeito pictórico.
Fabricam pólvora doméstica e as armas modeladas nas granadeiras prede
fulminante sistema Minié, usadas pelas Cias. de Caçadores (Voluntários
da Pátria em 1865, na Guerra Cisplatina). Algumas dessas, de fino
artesanato, denominam=se bacamartes, riunas, pé-de-bode ou granadeiras.
Os bacamarteiros usam roupa de zuarte, chapéus de couro, alpargatas e
cartucheiras de flandres; os comandantes ostentam estrelas nos ombros e
no chapéu e exibem bengalas ou guarda-chuvas como símbolo do comando.
Os brejeiros enfeitam-se com flores silvestres.
A tradição tem origem nas festas da volta e no folclore do cangaço,
sendo largamente difundida por todo o sertão nordestino onde os
bacamarteiros brincam de tomar fogueiras ou disputam o maior tiro nos
terreiros das fazendas, embora somente em algumas cidades como Caruaru, Cabo, Lajedo e Bonito existam grupos organizados.
Congrega desde vaqueiros e camponeses, até pequenos comerciantes e artistas independentes (mecânicos, ferreiros etc), a explorar os efeitos mágicos dos grandes estampidos numa apresentação simbólica e plástica das guerras tradicionais sertanejas.
Congrega desde vaqueiros e camponeses, até pequenos comerciantes e artistas independentes (mecânicos, ferreiros etc), a explorar os efeitos mágicos dos grandes estampidos numa apresentação simbólica e plástica das guerras tradicionais sertanejas.
FONTE: O Nordeste.com
Assinar:
Postagens (Atom)