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sábado, 23 de junho de 2012

ORIGEM DAS FOGUEIRAS

Boa noite meu povo e um feliz São João! e por falar nisso, vamos conhecer a origem das fogueiras :

De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (25 de junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

BETHÂNIA E A POESIA

Bom dia meu povo! olha que entrevista fantástica encontrei, vocês vão se deliciar com a forma que Bethânia fala da poesia. Boa leitura!
Ainda hoje, a cantora Maria Bethânia cumpre o intrigante ritual de queimar tudo o que escreve. Esse ato, diz, é ao mesmo tempo, libertário e purificador. “Não sou de mostrar o que escrevo para os outros. Escrevo para mim mesma”, justifica. Ano passado, Bethânia abriu uma honrosa exceção para Carta de Amor. Em vez de queimar o texto, como já fez com tantos outros, resolveu publicá-lo em seu novo CD. E mais: foi no poema que buscou inspiração para batizar o 50º álbum de sua carreira, Oásis de Bethânia, lançado pela gravadora Biscoito Fino. “Desta vez, senti necessidade de dizer aquelas palavras”, afirma. Há quem garanta que o poema Carta de amor seja uma resposta tardia a todos que, no ano passado, criticaram duramente Bethânia por causa do blog O mundo precisa de poesia. Na ocasião, os idealizadores do projeto, o antropólogo Hermano Vianna e o cineasta Andrucha Waddington, receberam autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 1,3 milhão. “Infelizmente, houve um desagravo tão pesado e soturno que Hermano cancelou o projeto”, lamenta.

terça-feira, 12 de junho de 2012

APENAS ISSO..............

APENAS ISSO, SÓ ISSO..............................


Boa tarde meu povo! não, não vou falar de Dia dos Namorados, já tem tanta gente falando disso não é mesmo? vou  rapidamente partilhar com vocês mais uma vivência, (adoro esse momento!). Tem um rapaz  no setor em que trabalho que é portador de deficiência visual, e quase não se pede nada para ele fazer a não ser atender telefone, vez por outra quando alguém "normal" pede ao outro "normal" para fazer, ele caladinho executa a tarefa rapidamente e diz: já fiz! já encontrei!.... fico observando e penso que ele está nos dizendo o tempo todo: ei minha gente! eu tenho apenas a limitação da visão, mas no mais sou tão normal  quanto vocês. Grandes lições!

sábado, 9 de junho de 2012

BACAMARTEIROS

Bom  dia meu povo! estou em débito com vocês. Um pouco de informação sobre os Bacamarteiros, essas figuras que abrilhantam as comemorações Juninas do Nordeste.


Tradição e esporte sertanejo, do ciclo Folclórico da Guerra do Paraguai, consiste na reunião de atiradores de bacamarte, sob direção geral de um comandante, divididos em batalhões ou troças subordinados a sargentos que, durante os festejos juninos e natalinos, deflagram grandes cargas de pólvora seca em homenagem aos santos padroeiros, acompanhados por bandas de pífano ou zabumbas, com ritual místico de grande efeito pictórico.
Fabricam pólvora doméstica e as armas modeladas nas granadeiras prede fulminante sistema Minié, usadas pelas Cias. de Caçadores (Voluntários da Pátria em 1865, na Guerra Cisplatina). Algumas dessas, de fino artesanato, denominam=se bacamartes, riunas, pé-de-bode ou granadeiras.
Os bacamarteiros usam roupa de zuarte, chapéus de couro, alpargatas e cartucheiras de flandres; os comandantes ostentam estrelas nos ombros e no chapéu e exibem bengalas ou guarda-chuvas como símbolo do comando. Os brejeiros enfeitam-se com flores silvestres.
A tradição tem origem nas festas da volta e no folclore do cangaço, sendo largamente difundida por todo o sertão nordestino onde os bacamarteiros brincam de tomar fogueiras ou disputam o maior tiro nos terreiros das fazendas, embora somente em algumas cidades como Caruaru, Cabo, Lajedo e Bonito existam grupos organizados.
Congrega desde vaqueiros e camponeses, até pequenos comerciantes e artistas independentes (mecânicos, ferreiros etc), a explorar os efeitos mágicos dos grandes estampidos numa apresentação simbólica e plástica das guerras tradicionais sertanejas.

FONTE: O Nordeste.com