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segunda-feira, 17 de junho de 2013

REVER

Boa noite meus queridos (as)! Sessão nostalgia, saindo do forno nesse exato momento:








REVER


VONTADE DE TE REVER
SEM MUITAS PALAVRAS
TE DIZER
QUE AQUELE QUADRO
RESISTE NA PAREDE
EMBORA O TEMPO O AMARELOU
A COLCHA DE RETALHOS
AINDA COLORI ALGUNS SONHOS MEUS
E EM CADA COSTURA QUE FIZEMOS
NOSSA HISTÓRIA FICOU.
VONTADE DE TE REVER
E ABRIR AQUELE VELHO BAÚ
ONDE GUARDAMOS NOSSA HISTÓRIA
OLHAR FOTO, POR FOTO
E NA TENTATIVA DE SOBREVIVER
A ALGUNS VENDAVAIS
USAR OS TEUS ESCRITOS, TEUS RASCUNHOS...
PARA LIBERTAR A TUA SAUDADE.



Cida Ribeiro

sábado, 15 de junho de 2013

A CULPA É SUA!

Boa tarde meus queridos (as)! Um dia de menos culpas e culpados! Achei esse texto bem pertinente e esse dedinho nos é bem familiar, não? 



A culpa é sua! 

Proteger-se da angustia culpando os outros é uma tendência humana. A culpa faz com que nos sintamos incapazes, insuficientes, inadequados e por isso a evitamos. Culpar os outros é uma defesa inconsciente, e quando alguém diz que a culpa de seus fracassos é do outro, não está mentindo, realmente acredita nisso. Culpar o outro é proteger-se desviando o foco de si para o outro, que se torna alvo de críticas e projeções.

Muitas vezes nas famílias, alguém, às vezes uma criança ou adolescente, é, inconscientemente, “escolhida” para ser o foco das projeções de todos os outros, e se torna o “culpado” por tudo o que acontece de errado em casa, culpado por todos os infortúnios e mazelas. Na verdade, enquanto os olhares estão naquela pessoa, e todas as críticas são dirigidas a ela, os outros podem ocultar sua insuficiência. Isso também ocorre nos casamentos. É comum um cônjuge culpar o outro pela infelicidade do par, apontando no outro, falhas ou defeitos, enquanto assume o lugar de vítima.

Quem não se solidarizou com Nelsinho Piquet, quando no lugar de vítima, se disse forçado por Briatore e Symonds a provocar um acidente no GP de Cingapura-2008? Se o carro estava nas mãos do Nelsinho, ele tinha escolha. Por que escolheu bater e depois culpou Briatore?

Estamos sempre fazendo escolhas, mas nem sempre queremos assumir as consequências das escolhas que fazemos e culpamos os outros. Na vida social ou familiar, em todas questões há sempre dois lados e em ambos pessoas envolvidas. Onde houver pessoas haverá diferentes modos de pensar, erros e acertos, e cada uma tem a possibilidade de verificar como contribuiu para a ocorrência de determinada situação conflituosa.

Verificar qual a minha contribuição para uma determinada situação requer uma pausa para olhar dentro de mim mesmo, descobrir minhas verdades, me conhecer. Quem sabe a culpa não seja do outro? Pode ser minha! Mas para admitir terei que abrir mão do meu narcisismo e com uma boa dose de humildade assumir que errei.

Saber admitir a própria culpa requer saber lidar com o desconforto de se descobrir um pouco incapaz, um pouco impotente, um pouco sem razão.

Ora, isso não é tudo! Há muito mais em cada um de nós em valores e qualidades que possibilitam aceitar um pouco de desaprovação sem nos sentirmos inadequados para a vida. Isso diferencia o adulto da criança.

Eucyr Sônia Ribeiro Pedro
Psicanalista e Terapeuta de Família e Casal

quinta-feira, 13 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

PRIORIDADES

Bom dia meus queridos (as)! Vamos examinar o nosso baú? essa rápida crônica de Lya Luft nos faz esse convite, penso  ser bem oportuno num dia como esse dar uma olhada nas nossas prioridades....

                                                          Prioridades


"Muito do que gastamos (e nos desgastamos) nesse consumismo feroz podia ser negociado com a gente mesmo: uma hora de alegria em troca daquele sapato. Uma tarde de amor em troca da prestação do carro do ano; um fim de semana em família em lugar daquele trabalho extra que está me matando e ainda por cima detesto.
Não sei se sou otimista demais, ou fora da realidade. Mas, à medida que fui gostando mais do meu jeans, camiseta e mocassins, me agitando menos, querendo ter menos, fui ficando mais tranquila e mais divertida. Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida, uma postura interior.
Nunca fui modelo de nada, graças a Deus. Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também. Resistir a certas tentações é burrice; mas fugir de outras pode ser crescimento, e muito mais alegria.
Cada um que examine o baú de suas prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.
Que seja para aliviar a vida, o coração e o pensamento - não para inventar de acumular ali mais alguns compromissos estéreis e mortais."

Lya Luft