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domingo, 5 de maio de 2013

NOVO MODELITO

Bom dia meus queridos (as)! Um domingo de esperanças! quero apresentar meu novo modelito: Um chapeuzinho básico com alguns lencinhos para dar um leveza e um tom  mais feminino. É isso aí, vou reaproveitando o que já tenho e  me adequando a esse novo momento. Eis a vida! Eis o movimento que tenho feito!








sábado, 4 de maio de 2013

VELHAS PENAS

Bom dia meus queridos! Um sábado de muita saúde, paz e muitas alegrias.


Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.

Fernando Pessoa



Eu sou o amor, eu sou a solidão, eu sou o sonho, eu sou a ilusão; eu sou a esperança, eu sou o choro e o riso eu sou o meu coração, eu sou a razão, eu sou a palavra não dita e o silêncio proferido.....Acordei hoje, olhei-me no espelho e não me vi, insisti várias vezes me buscando nas antigas madeixas e não mais encontrei. Começo a experienciar esse doloroso processo de depenação, as velhas penas da águia começam a cair  e confesso (sem drama!)nada fácil! continuei me observando e nessa troca de olhares entre eu e o reflexo do espelho consegui chegar dentro de mim e aí mais uma vez vi que eu estava ali, com o coração firme, a alma serena, e um grande desejo de ser cada vez melhor e senti   que o que  temos por fora são apenas adereços vulneráveis ao tempo e as tempestades, que descoloram, que caem, que mancham... Continuarei minha Travessia e em breve como as lições da grande mãe natureza nos ensina, outras primaveras surgirão e a velha águia estará com novas penas e saírá de trás das montanhas para mais um ousado voo.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

"CRISTO REDENTOR, BRAÇOS ABERTOS SOBRE A GUANABARA...

Bom dia meus queridos! Um pouco mais de informação não faz mal a ninguém. Não é mesmo?

" CRISTO REDENTOR, BRAÇOS ABERTOS SOBRE A GUANABARA......

A história dessa maravilha remete a uma ideia que vem do ano 1859. Numa visita ao Rio de Janeiro, o padre Pedro Maria Boss, sugeriu que fosse erguido no topo do morro do Corcovado um monumento religioso.

Essa sugestão foi levada à princesa Isabel, que deu o primeiro apoio oficial ao projeto. Mas isso só veio a tornar-se realidade depois de 1912, quando o Cardeal Dom Joaquim Arcoverde, passou a perseguir a idéia da construção de um Cristo para mostrar que a Igreja católica estava presente entre o povo brasileiro.

Em 1921 o projeto do Cristo Redentor foi retomado, tendo como foco as comemorações do Centenário da Independência do Brasil. O morro do Corcovado foi escolhido para abrigar o monumento por se tratar do local mais alto da cidade.

Em 1922, um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes solicitou ao presidente Epitácio Pessoa que a estátua fosse construída. O presidente, então, doou o topo do Morro do Corcovado para a construção do monumento.

A pedra fundamental do Cristo Redentor foi lançada no dia 4 de abril de 1922. E em 1923, o projeto do engenheiro Heitor da Silva Costa foi escolhido para a obra./

A imagem do Cristo foi desenhada pelo artista plástico Carlos Oswald e projetada pelo arquiteto francês Paul Landowsky.

A campanha que arrecadou fundos para a construção do Cristo durou dez anos e o monumento foi feito com esse dinheiro. Ao contrário do que muitos pensam, o Cristo não foi construído com doações da França, e muito menos foi um presente do governo francês para o Brasil.

A obra iniciou-se em 1926, e toda a montagem durou cinco anos, sendo finalizada em 1931.

Em 1931, na ocasião da inauguração do Cristo Redentor, o mau tempo impossibilitou uma visão espetacular do monumento. Mesmo assim, a cerimônia contou com a presença do chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas e com a Bênção do cardeal Dom Sebastião Leme.

Fonte: Site de Curiosidades





quarta-feira, 1 de maio de 2013

"TRABALHADORES, UNI-VOS"!

Bom dia meus queridos! Parabéns a todos os trabalhadores desse país que tanto tem contribuído para o seu desenvolvimento econômico e principalmente aos trabalhadores que desenvolvem suas atividades mas, refletem  sobre a importância do seu papel a na sociedade e estão sempre atentos e não se rendem ao modelo de escravidão dissimulado dos capitalistas.

As referências simbólicas desse período do ano vêm de longe. Os romanos festejavam entre 30 de abril e 3 de maio as “floralias”, festa dos cereais e das flores. A Idade Média manteve viva a tradição, em comemorações pela “expansão da primavera” ou o “signo da alegria”. Ainda no século XVI, surgiu a primeira associação da estação com o mundo do trabalho, quando legislações corporativas instituíram a jornada de trabalho de oito horas. Foi o caso da legislação de Felipe II, da Espanha, que estabeleceu este direito para os mineiros em 1573 e para os demais trabalhadores em 1593.
No século XIX, esta simbologia foi retomada pelo proletariado moderno, que começava a se organizar. Antes mesmo da consagração da data, reivindicações trabalhistas se inspiravam naquele período do ano. O movimento de padeiros irlandeses contra o trabalho noturno e o dominical no século XIX resultou nos “comícios de maio”, como os descreveu Karl Marx (1818-1883).
Mas foi nos Estados Unidos que se consolidou o moderno significado do 1º de maio, numa série de manifestações que culminaram em tragédia. Em 1832, a jornada de oito horas foi a principal reivindicação das greves que estouraram em Boston, na Filadélfia e em Nova York. Três décadas depois, os operários ainda lutavam pela mesma causa, tanto é que em 1869 criaram a “Liga pelas Oito Horas”. Apesar da crescente organização da classe, as condições de vida dos trabalhadores ficaram ainda piores com a depressão econômica que assolou os Estados Unidos entre 1884 e 1885. A situação se tornou tão calamitosa que em 1886 foi convocada uma greve geral para 1° de maio, usualmente o dia nacional da renovação dos contratos de trabalho. No dia 3, cerca de seis mil operários que permaneciam em greve se reuniram em frente à fábrica McCormick Harvest Works, em Chicago. A manifestação, a princípio, era pacífica, mas a polícia resolveu intervir com violência. Graves incidentes deixaram um saldo de seis mortos e 50 feridos. No dia seguinte, operários anarquistas convocaram, com autorização oficial, um ato de protesto contra a ação da polícia. No meio do comício, uma bomba foi arremessada na direção de policiais que tentavam dispersar a multidão.
O episódio desencadeou uma perseguição a líderes do movimento operário. Depois de um processo suspeito, com caráter marcadamente político, sete deles foram condenados à morte por enforcamento e outro, a quinze anos de prisão.
A luta pela comprovação da inocência dos acusados transformou os “oito mártires de Chicago” em símbolo mundial da injustiça do Estado capitalista contra uma classe trabalhadora oprimida. Ainda mais depois que cinco deles foram, de fato, executados. O incidente americano teve influência crucial nos rumos da 2ª Internacional dos Trabalhadores, organização criada em Paris, em 1889, reunindo representantes operários de vários países sob orientação marxista. Neste congresso, a entidade decretou o 1° de maio como Dia Internacional do Trabalho. A data nasce sob o signo da revolta e da luta.
Em torno dela, os operários passaram a promover um grande número de atividades políticas, sociais e culturais — comícios, greves, passeatas, poesias, peças de teatro, bailes, caricaturas etc. — canalizando a pressão pela melhoria de suas condições de vida. O ponto de partida era, ainda, a necessidade de uma jornada de trabalho de oito horas, que lhes permitiria oito horas