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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

CURIOSIDADE

Boa noite meu povo! Vamos conhecer a origem da expressão: "SEGURA VELA"?

A expressão vem da época medieval, quando os empregados eram obrigados a segurar as velas para os patrões.

Entre 1500 e 1600 era comum relacionar a expressão a qualquer posição desconfortável. Depois, quem “segurava vela” era a amante em um triângulo amoroso. Na fala coloquial de hoje, designa quem acompanha um casal. A expressão seria proveniente da França medieval, quando empregados eram obrigados a segurar velas para iluminar as atividades cotidianas de seus patrões.

FONTE:BRASIL ALMANAQUE
 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

PODRES PODERES

Boa noite, meu povo! Todo esse movimento nas ruas, as bandeiras esvoaçante com os candidatos que pleiteiam o poder só me fazem  lembrar dessa poesia de Caetano Veloso e algumas cenas inescrupulosas desse país. Vamos relembrar?

Podres poderes

Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Motos e fuscas avançam
Os sinais vermelhos
E perdem os verdes
Somos uns boçais...

Queria querer gritar
Setecentas mil vezes
Como são lindos
Como são lindos os burgueses
E os japoneses
Mas tudo é muito mais...

Será que nunca faremos
Senão confirmar
A incompetência
Da América católica
Que sempre precisará
De ridículos tiranos
Será, será, que será?

Que será, que será?
Será que esta
Minha estúpida retórica
Terá que soar
Terá que se ouvir
Por mais zil anos...
Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Índios e padres e bichas
Negros e mulheres
E adolescentes
Fazem o carnaval...

Queria querer cantar
Afinado com eles
Silenciar em respeito
Ao seu transe num êxtase
Ser indecente
Mas tudo é muito mau...

Ou então cada paisano
E cada capataz
Com sua burrice fará
Jorrar sangue demais
Nos pantanais, nas cidades
Caatingas e nos gerais
Será que apenas
Os hermetismos pascoais
E os tons, os mil tons
Seus sons e seus dons geniais
Nos salvam, nos salvarão
Dessas trevas e nada mais...

Enquanto os homens exercem
Seus podres poderes
Morrer e matar de fome
De raiva e de sede
São tantas vezes
Gestos naturais...

Eu quero aproximar
O meu cantar vagabundo
Daqueles que velam
Pela alegria do mundo
Indo e mais fundo
Tins e bens e tais...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

CURIOSIDADE

Boa noite meu povo!  Não conhecia  essa história  do Matemático Malba Tahan, achei interessante por isso  quero compartilhar com vocês:

Malba Tahan vetou coroa e luto no próprio funeral E-mail
Escrito por Natália Pesciotta

Não faltou sinceridade à carta derradeira que Júlio César de Mello e Souza, o Malba Tahan.

"Acho horrível essa literatura funerária, sem expressão: Homenagem eterna, Recordação sincera, O último adeus etc.” Não faltou sinceridade à carta derradeira que Júlio César de Mello e Souza, o Malba Tahan, deixou para a família. Apesar de andar muito saudável e bem-disposto, o matemático e escritor já havia preparado instruções para quando sua hora chegasse. Faleceu pouco após ministrar uma palestra no Recife, aos 79 anos, em 1974.

O enterro no Rio de Janeiro seguiu à risca suas próprias exigências. Além de pedir o funeral “mais modesto possível” e “caixão de terceira classe”, o autor de O Homem Que Calculava deixara claro que não queria flores com dedicatórias como as do começo deste texto. As coroas deveriam ser devolvidas com “delicado cartão”: “O ofertante será informado do desejo do morto. E ele (o ofertante) que faça da coroa o uso que quiser. Considero a coroa.... Ora, para que revelar agora o que penso das coroas...”. A carta ainda citava Silêncio de Um Minuto, de Noel Rosa, para pedir que esposa e filhos não usassem luto: Roupa preta é vaidade / Para quem se veste a rigor / O meu luto é a saudade / E a saudade não tem cor.

O grande número de pessoas que compareceu ao Cemitério do Caju para a “modesta despedida” ofertou flores anônimas. O aniversário do escritor virou Dia Nacional da Matemática, mas, na morte, nada de vaidades. A única mensagem lida aos presentes, conforme a recomendação do homenageado, foi preparada por ele mesmo. Defendia uma causa que abraçara com afinco em vida: o fim do isolamento e do preconceito contra os doentes de hanseníase.

FONTE: BRASIL Almanaque de Cultura Popular

domingo, 5 de agosto de 2012

AS ESTAÇÕES

Bom dia! meu povo, vamos começar o dia pensando nisso? Um domingo cheio de alegrias para todos nós.
                
AS ESTAÇÕES  

Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.
Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…
O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.
Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.


Autor desconhecido